27 de Maio de 2019

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Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2019, 10h:19 - A | A

Boselli destaca boa relação com Gustagol e explica o que pensa sobre reserva no Corinthians

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A presença de Boselli e Gustagol juntos em campo, pelo Corinthians, tende a ser algo circunstancial. Contra o Botafogo-SP, quando o gol não saía, o técnico Fábio Carille lançou o seu artilheiro para jogar ao lado do argentino por 25 minutos e a coisa funcionou: Boselli marcou gol da vitoria.

Reserva de Gustagol nos principais jogos do ano, o argentino fez questão de exaltar a parceria com o centroavante titular. Foi o primeiro gol dele pelo Timão, na sexta partida pelo clube.

– Ele está em um nível muito bom. Quando um atacante tem a chance, tem que aproveitar o máximo. É importante para a equipe que ele esteja bem. Conseguiu me dar uma assistência. Mostra a boa relação que temos. É um garoto muito humilde. É um dos que melhor me ajudou dentro do grupo. Foi um ótima assistência, que serviu para que a equipe ganhasse – disse.

Na quinta-feira, Boselli havia usado suas redes sociais para elogiar Gustagol: "crack on fire'', escreveu. Com o seu gol, o camisa 17 espera ganhar mais chances. E não descarta manter a dupla.

– Para um jogador, é sempre importante fazer gols. Hoje está jogando o Gustavo, mas podemos jogar juntos. Demonstramos em duas ou três partidas que quando estamos juntos em campo, é complicado para a defesa adversária, que tem que marcar dois atacantes, como quando joga o Love. O Corinthians pode ficar tranquilo, porque tem três atacantes de boa capacidade.

O jogador falou ainda sobre a situação de ficar no banco nos principais jogos do ano. Contratado para ser a estrela do ataque do Timão, ele não tem tido uma sequência entre os 11. Na próxima quarta-feira, contra o Racing, na Argentina, pela Sul-Americana, voltará a ser opção no banco.

– Se perguntar a qualquer jogador que não joga, obviamente ele não está contente. O problema seria estar contente estando fora. Mas uma coisa é estar triste, e outra é não apoiar meus companheiros. Estou aqui para somar sempre. O Corinthians não me paga para ser titular, me paga para estar entre os atacantes e poder jogar quando o técnico quiser. Tenho que tentar marcar gols, ajudar a equipe quando puder e o técnico vai decidir. Qualquer jogador que não é titular, não está contente. Não conheço quem fica feliz no banco. É o futebol. Tenho que me doar como foi hoje. Em três, cinco, vinte minutos ou o que seja, preciso deixar tudo por essa camiseta, que é muito grande.

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