Estado

21/09/2018 17:24

Procurador Mauro tenta calar Centro Oeste Popular em denúncia de recebimento de mais de Meio Milhão de Reais

O candidato ao senado pelo PSOL nessas eleições, conhecido como procurador Mauro não cansa de colecionar erros e gafes em sua campanha eleitoral. Tais erros e gafes cometidos ao longo da jornada eleitoral tem custado caro ao calejado candidato que não se cansa de “tomar tinta” na hora do voto e do julgamento popular, quando parece não se afirmar diante das propostas. Os capítulos mais  recentes da atrapalhada campanha vem custando  um amargo terceiro lugar na intenção de voto para o senado. Ele agora perde para Nilson Leitão com 21% e o mesmo com 20%.

 

Tudo isso em razão de erros como, por exemplo, tentar calar  via ação judicial interposta na justiça eleitoral tendo sido sorteado o magistrado Mario Kono para julgar a representação eleitoral contra o Jornal Centro Oeste Popular, numa clara evidência que pretende usar todos os meios para calar a imprensa livre do nosso estado, no intuito de esconder atos podres de políticos desonestos que, por ventura, venham cometer desmandos.

 

Na medida judicial interposta, o procurador contesta matéria publicada e já replicada por outros veículos de comunicação de Mato Grosso, dando conta que ele embolsou mais de 600 mil reais sem trabalhar, enquanto foi candidato, ficando em cada um desses pleitos afastado por até três meses do trabalho, mas recebendo do erário publico. Pela verdade dita na matéria do Centro Oeste Popular, ele pediu a justiça eleitoral a exclusão da matéria das redes sociais bem como condenação pecuniária alegando que houve difamação na matéria. Mas, como diz o ditado, “a justiça falha mas não tarda”, o magistrado responsável pelo caso denegou os pedidos afirmando que;

 

“ 1 - Há de se negar o direito de resposta ao recorrente, uma vez que as críticas proferidas na página da internet são de cunho jornalístico tolerável, não atingindo sua honra. 2. A imagem do homem público, desde que não se refira à sua esfera íntima, mas condicionada à gestão de seus atos administrativos, e que não transborde para a calúnia ou injúria, é permitida pela mídia de comunicação, em estrito cumprimento a liberdade de expressão e de imprensa. 3. In casu, inexiste, na publicação impugnada, emissão de juízos de valor que resultem em afirmações inverídicas, não se podendo falar em ofensa ao direito à honra do requerente. 4. Notícia que se afigura como reprodução de matéria jornalística, centrada na crítica administrativa, ainda que de conteúdo ácido ou agressivo. 5. Prova que não configura a veiculação de mensagem inverídica, não ensejando o direito de resposta. 6. Além disso, conforme precedentes do TSE, "A mensagem, para ser qualificada como sabidamente inverídica, deve conter inverdade flagrante que não apresente controvérsias"

 

 diz trecho do despacho do magistrado. E ainda, “De outra forma, não entendo que a postagem tratava de propaganda eleitoral, nem ao menos de propaganda eleitoral negativa, primeiro, porque a matéria não é de fato sabidamente inverídico, segundo, pois este não era o tema da manchete, as eleições e a candidatura do Representante; mas sim, o fato de receber vultosa quantia, tendo em vista todos os períodos que se afastou para se candidatar

aos cargos políticos almejados“, pontuou encerrando o processo o magistrado Mario Kono.

 

Fatos assim, de tentar calar a imprensa em não revelar os bastidores da política só denigrem a conduta e carreira do candidato que, aliás, tem colecionado farpas com a imprensa local, faltando a entrevistas, desconsiderando jornalistas, impondo ao entrevistado somente entrevista ao vivo, além de outros fatos que não condizem com um homem que enseja ser político de fato. Na contra mão da história democrática do país e do seu próprio partido (PSOL), até mesmo do Senado Federal, onde a transparência é a palavra chave no trato com o cidadão, recentemente o procurador atacou um dos mais importantes jornalistas desse tempo em Mato Grosso. Trata-se do jornalista Onofre Ribeiro, a quem muito deve a história democrática de MT. Nesse episódio, o procurador e candidato não foi a entrevista do programa Estúdio Band, na ultima semana e a justificativa da assessoria do procurador Mauro é de que ele não participa de entrevistas das quais participa o jornalista. Onofre, um dos críticos do procurador. Menciona que ele aparece de dois em dois anos e a finalidade seria para pegar licença do trabalho. Tudo isso confirma o que o Jornal Centro Oeste Popular já havia divulgado. As seis licenças que o servidor do Ministério da Fazenda tirou para fazer campanha, são 36 meses ou três anos afastado do trabalho e recebendo salário. O candidato acusa Onofre de fazer o mau jornalismo e no programa da rádio Capital,  chegou a chamar Ribeiro de ‘jornalista laranja’. Em resposta, Onofre Ribeiro disse que a opinião sobre a campanha para licença ‘está na boca do povo’ e criticou o julgamento do candidato ‘cobrador de impostos’ sobre a atuação dele como jornalista. Até quando vamos tolerar esse tipo de atentado contra a imprensa livre de Mato Grosso? Até onde vamos com tudo isso e para onde  vai a imprensa de MT? Tais respostas vem sendo dadas pelas instituições publicas, com seus portais de transparências, audiências públicas e outros expedientes democráticos que colocam a informação como prioridade nesse mundo atual de modernidade. Com tudo isso acontecendo resta repetir o que disse, uma senhora numa determinada festa de santo na região de  Nossa Senhora da Guia. Na ocasião estava ele junto com a banda familiar “Os Ciganos” tocando o que mais gosta, lambadão. quando disparou ela, “ele fica bem melhor e mais bonito  cantando o lambadão, que como candidato na eleição”.

 


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