Política

09/03/2018 09:10 Folha Max

Delegada revela que não imaginou que esquema era de "grandes proporções"

O juiz Murilo Mesquita Moura, da 11ª Vara Criminal de Cuiabá, ouve nesta sexta-feira novas testemunhas da ação penal que trata dos grampos ilegais cometidos por policiais militares em Mato Grosso.

Serão ouvidos os delegados Flávio Stringueta (que coordenou juntamente com a delegada Ana Cristina Feldner, as investigações da Grampolândia na Polícia Civil), Alana Derlene Cardoso, Alessandra Saturnino de Souza Cozzolino e o ex-secretário de Segurança Pública, Rogers Elizandro Jarbas, que chegou a ser preso na Operação Esdras por obstrução de Justiça. 

Além deles, está previsto depoimento do coordenador do Gaeco (Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado), promotor Marcos Bulhões, do ex-secretário de Segurança Pública na gestão Silval Barbosa e presidente da Agência de Regulação de Serviços Públicos Delegados de Cuiabá (ARSEC), Alexandre Bustamante, além do subtenente da PM, José Conceição dos Santos Arruda, e do coronel Airton Benedito Siqueira Junior, que também chegou a ser preso acusado de obstrução a Justiça no escândalo dos grampos.

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09h03 - A delegada conta que no segundo semestre de 2015 tomou conhecimento do caso, mas disse que não imaginava que era da proporção que foi mostrada na imprensa depois.

09h00 – O juiz dá início a audiência. A primeira a depor será a delegada Alessandra Saturnino de Souza. Ela atuou como secretária-adjunta de Inteligência, na Secretaria de Segurança Pública, entre janeiro de 2015 e março de 2016.


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