Saúde

28/04/2017 09:29

PS, UPAs e policlínicas estão atendendo urgências

Para quem estiver doente e precisando de atendimento de urgência e emergência, há unidades de saúde abertas, prestando serviços parcialmente, e outras totalmente fechadas em Cuiabá nesta sexta-feira (28) de greve geral no país.

A greve é contra a reforma trabalhista, já aprovada no Congresso e que ainda precisa ser apreciada pelo Senado, e da Previdenciária, ainda em trâmite no Congresso.

Médicos, dentistas e enfermeiros, ligados a sindicatos, aderiram à greve geral, com aprovação em assembleias classistas. Porém, definiram a manutenção de 30% da equipe para atender casos graves.

No Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá, o atendimento está normal, conforme conferiu a reportagem.

A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Morada do Ouro, no início da manhã, tinha cerca de 7 pacientes. Equipe de enfermagem estavam fazendo a triagem, mas, como era troca de plantão, ainda não tinha médico, sem certeza se os escalados chegariam.

Na Policlínica do Verdão, tudo parado neste início da manhã sem equipe, nem pacientes. Devem manter 30% do atendimento todas as três policlínicas - do Verdão, do Planalto e do Coxipó - e duas UPAs, da Morada do Ouro e do Pascoal Ramos.

Nas unidades do Programa de Saúde da Família (PSFs), que não fazem atendimento de urgência e emergência, algumas delas estão abertas e outras fechadas.

As que estão abertas deixaram funcionando apenas farmácias, suspenderam vacinação e outros atendimentos.

No PSF Terra Nova/Canjica, por exemplo, que está aberto, só a farmácia está em funcionamento.

A presidente do Sindicato dos Médicos (Sindimed), Eliana Siqueira, explica que manter atendimento a quem precisa na hora é importante por razões óbvias de saúde, mas que equipe de sindicalistas passou em todas as unidades do PSFs de Cuiabá ontem certificando se as consultas marcadas para hoje haviam sido devidamente remarcadas, explicando aos pacientes que a greve também necessária e orientando como procurar atendimento emergencial caso precisassem. "A greve existe porque as reformas em curso prejudicam todo mundo", opina Eliana.

Segundo ela, a gestão municipal está respeitando a mobilização na saúde.

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não emitiu nota dando um panorama oficial sobre o funcionamento das unidades na capital.


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