Saúde

28/11/2017 17:00 Diário Da Serra

Período chuvoso aumenta criadouros do mosquito da dengue em Tangará

Há alguns dias as chuvas começaram a cair sobre Tangará da Serra. Embora ainda não sejam rotineiras, já trazem um cenário bastante preocupante, pois os números de focos do mosquito da dengue aumentaram significativamente nesse pequeno período, o que aponta que os tangaraenses necessitam voltar a fazer o dever de casa, que é de inspecionar seus quintais para evitar o acúmulo de água onde o mosquito deposite seus ovos, que na natureza, podem sobreviver até 450 dias fora d’água, pois os ovos adquirem resistência ao ressecamento muito rapidamente, em apenas 15 horas após a postura. A partir de então, podem resistir a longos períodos de dessecação.  


Segundo a coordenadora da Vigilância Ambiental no município, Isabela Talita Silva Gomes, os focos encontrados durante as visitas dos agentes ambientais já chamam a atenção, por serem bastante expressivos. “O período de chuva chegou, e os agentes durante as visitas já tem encontrado muitos locais com as larvas do mosquito. Isso é realmente preocupante, porque hoje já não é mais somente uma doença transmitida pelo mosquito, mas muitas outras, portanto a população deve ficar mais atenta e observar seus quintais e calhas, pois qualquer lugar serve para o mosquito depositar seus ovos”, recomenda a responsável, ao destacar que a limpeza é a única forma de acabar com o mosquito.


Conforme Isabela, pelo fato da detecção do aumento dos focos do mosquito na cidade, atividades de combate já estão ocorrendo e em breve serão intensificadas. “Percebemos um aumento bastante significativo. São muitos os locais em que temos encontrado as larvas prestes a virar mosquito, sendo assim, estamos realizando a panfletagem de porta em porta e também palestras nas Unidades de Saúde da Família. Mas já estamos nos movimentando para realizarmos em breve mutirões. Estamos definindo datas e realizando levantamento para saber onde estão os locais mais críticos e fazermos o combate mais efetivo”, destaca.


Na oportunidade, a coordenadora aproveitou para reforçar o pedido para que a população faça a vistoria e elimine os possíveis criadouros do mosquito. “Quero pedir à população para que tire cinco minutinhos e faça a vistoria em seus quintais e calhas, ou que a cada três dias verifique se não há locais com água acumulada, pois quando se faz isso não se cuida apenas de sua sua saúde, mas de toda a comunidade”, alertou.


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